exposição interurbanos - fotografias com intervenções a laser produzidas pelos estudantes da oi kabum - escola de arte e tecnologia, salvador, pelourinho, 2013/14
culturas negras no mundo atlântico
sound system em salvador; luta de arena em dakar; performances no harlem, ny; carnaval em londres; cafés literários na martinica; emancipation celebration em trinidad; salões de beleza afro em paris; artes visuais em luanda; festival de vodum em uidá. a terceira diáspora é o deslocamento virtual de signos - discos, filmes, cabelos, slogans, gestos, modas, bandeiras, ritmos, ícones - provocado pelo circuito de comunicação da diáspora negra. potencializado pela globalização eletrônica e pela web, coloca em conexão digital os repertórios culturais de cidades atlânticas. uma primeira diáspora acontece com os deslocamentos do tráfico de africanos; uma segunda diáspora se dá pela via dos deslocamentos voluntários, com a migração e o vai-e-vem em massa de povos negros. diásporas_estéticas em movimento.
livros completos para download
livro 1
livro 2
quem sou eu
- goli guerreiro
- antropóloga, viajante e fotógrafa amadora, registro cenas do cotidiano em cidades negras das américas do norte e do sul, caribe, europa, áfrica e brasil, sobre as quais pesquiso, escrevo e realizo mostras audiovisuais. meu porto principal é salvador da bahia onde moro. Goli edits the blog www.terceiradiaspora.blogspot.com from Bahia Salvador, is a traveller and amateur photographer who recorded scenes of daily life in the atlantic cities about which she writes and directs audiovisual shows. She has a post-doctorate in urban anthropology and is the author of the book "The Plot of the Drums - african-pop music from Salvador" and "Third Diaspora - black cultures in the atlantic world".
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
retornados
rostos de baianos retornados à áfrica ocidental nos primeiros anos do século 20. museu afro-brasil, porto novo, benin
Marcadores:
áfrica,
benin,
fotografia,
museus,
século 20,
segunda diáspora
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
ajeum da diáspora
fotos do facebook do ajeum
O nome da moça é Angélica, a casa fica no Tororó, a comida é impar, a ambiência é particular.
Marcadores:
bahia - brasil,
bairros atlânticos,
cidades atlânticas,
culinária,
salvador
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
notícias de oyó
paula gomes, embaixadora cultural do palácio de oyó, nigéria
Goli_ O mundo iorubano como é que está na Nigéria?
Paula_O islão dominou mesmo e o cristianismo também. Mas há de frisar que as coisas estão a mudar, porque o povo
sofreu lá também, foram forçados pois se não mudassem podiam inclusive ser
mortos ou discriminados. Ou mudavam ou não iam para a escola, então muitos pais
para que os filhos não sofressem e para que não fossem discriminados preferiram
entrega-los ao islã ou ao cristianismo. Depois, os muçulmanos e os cristãos estão a fazer negócio e se aproveitam da parte tradicional para lucrar, para fazer dinheiro com isso e implementaram na mente das pessoas que o tradicional não presta. Mas as coisas estão a mudar.
Goli_Que motivos levam a essa mudança?
Paula_ Acho que a nova geração
começa a querer ser livre, a liberdade do ser , do pensar e a resistência do
povo iorubá e da própria cultura, o povo da axé resistiu; o mundo de fora, a
diáspora está a dar valor ao que é tradicional deles, a dar valor aquilo que nós já não cremos,
então eles estão a despertar. A nova geração está dando atenção à nossa cultura.
Goli_ Em Oyó as pessoas sabem que Salvador da Bahia existe? Que
existe candomblé?
Paula_Há um ponto muito importante é que a Nigéria tem problemas de
eletricidade. O que isto significa? Que muita gente não tem televisão, não ter
televisão é não estar ocorrente de notícias ok?. Mas o povo mais jovem sabe que
no exterior, nas Américas, existe a cultura
iorubá e a internet foi ligar muito o povo - não os mais velhos, mas o povo
mais jovem ao mundo exterior. Então isso está a abrir, a consciencializar e de certo modo está a
ajudar a desenvolver essa consciência na nova geração.
Marcadores:
áfrica,
bahia - brasil,
cotidiano,
diáspora,
nigéria,
oyó,
religiosidades,
salvador,
televisão
Assinar:
Postagens (Atom)
Marcadores
- "Pra que ir ao Continente?" (1)
- áfrica (106)
- áfrica do sul (4)
- alfabetos (5)
- angola (14)
- arquitetura (14)
- arte (11)
- artes plásticas (1)
- artes visuais (47)
- ativismo (5)
- bahia - brasil (72)
- baianasystem (1)
- bairros atlânticos (38)
- benin (24)
- brasil (17)
- cabelos (4)
- camarões (2)
- caribe (16)
- carnavais atlânticos (8)
- cidades atlânticas (122)
- cinema (8)
- congo (2)
- conhecimento (12)
- costa do marfim (2)
- cotidiano (52)
- cotonou (5)
- cuba (6)
- culinária (3)
- dakar (22)
- dança (13)
- design (25)
- diaspora (46)
- diáspora (22)
- diasporas (13)
- escultura (4)
- esporte (3)
- Estúdio África |Coleção Dakar (3)
- EUA (14)
- europa (25)
- festivais (7)
- fort de france (2)
- fotografia (27)
- fotografia africana (1)
- fragmentos da diáspora (15)
- gana (5)
- goli guerreiro (137)
- goré (3)
- grafite (7)
- haiti (1)
- harlem (5)
- havana (8)
- ícones (7)
- inglaterra (8)
- jamaica (4)
- lagos (4)
- lançamento (2)
- lisboa (9)
- literatura (45)
- londres (5)
- luanda (12)
- mali (2)
- Mali; fotografia africana; artes visuais; salvador da bahia (1)
- maputo (7)
- martinica (4)
- mercados (9)
- moçambique (12)
- moda (22)
- mundo atlântico (60)
- muralismo (1)
- museus (4)
- música (1)
- músicas (27)
- new york (6)
- nigéria (11)
- oyó (1)
- paris (12)
- percussão (1)
- pintura (8)
- port of spain (5)
- primeira diáspora (18)
- religiosidades (17)
- saint louis (5)
- salvador (70)
- salvador da bahia (11)
- samba-reggae (1)
- século 20 (16)
- segunda diáspora (23)
- senegal (31)
- teatro (8)
- tecelagem (7)
- televisão (3)
- terceira diáspora (23)
- trinidad (4)
- uidá (5)
- video (13)
fontes
- múltiplas















