havana, 1928. foto: museu hemingway
paris, 1925. foto: agência keystone
ny, harlem, 1932. foto: james van der zee
A obra de AC vive do desejo de guardar uma memória, memória de uma família que nasceu e cresceu na Cidade Nova, e que tem na figura do avô materno a referência. “A memória é a conexão com determinada coisa, ela permite analisar as mudanças, é preciso ter algo como parâmetro”. A colagem que recria estes personagens é um quebra-cabeça. A composição de uma árvore ancestral. Talvez seja por isso que AC gosta de formas que têm a sua própria força. Parece gostar da passagem do rústico ao delicado e entende que isso tem a ver com a precariedade das coisas. Cria moldes a partir de sua própria assinatura, bate, rebate, multiplica.